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Você sabe qual a função da vesícula biliar? Ela é responsável por armazenar e concentrar a bile. Porém, muitas vezes, esse processo sofre um desequilíbrio e a partir daí se acumulam sais mais espessos, formando a pedra na vesícula.

Se você recebeu o diagnóstico de pedra na vesícula e não sabe como proceder, acompanhe o artigo de hoje!

O que pode causar pedra na vesícula?

Cálculo biliar ou pedra na vesícula é uma condição que pode surgir quando o indivíduo possui uma dieta rica em carboidratos e gordura

Outros fatores que também contribuem para o surgimento de pedra na vesícula são o colesterol elevado (LDL ruim), a redução do HDL (bom), hipertensão, sedentarismo e obesidade. E ainda podemos destacar:

Principais sintomas de pedra na vesícula 

Em determinados casos, os sintomas de pedra na vesícula não aparecem. Mas quando surgem, são extremamente incômodos para o indivíduo. 

Entre os principais estão: cólica, febre e náuseas. Mas não somente eles, pois o indivíduo pode apresentar também dor ao lado direito do corpo, na parte superior do abdômen.

Geralmente, a dor se manifesta depois de uma refeição, considerando que, com a presença do cálculo, os ductos biliares se tornam obstruídos e ocorre uma pressão maior para a liberação da bile.

Com a obstrução dos ductos biliares, o indivíduo também pode apresentar escurecimento da urina, fezes esbranquiçadas e até mesmo, icterícia (ficar amarelo).

Como funciona o diagnóstico?

Após identificar um desses sintomas, é importante consultar o médico para realizar exames, confirmar o diagnóstico, entender as causas e tratar de maneira adequada. O exame de ultrassom é o mais indicado para detectar a doença. 

E quais as formas de tratamento?   

O tratamento de pedra na vesícula, em geral, é cirúrgico e conhecido como colecistectomia. É um procedimento realizado por videolaparoscopia, sendo feitas 4 incisões pequenas e introduzida uma câmera, por onde passam as pinças.

A vesícula é removida, justamente, por uma dessas incisões, um processo que não oferece nenhum tipo de risco ao paciente, pois a bile seguirá o seu processo após a remoção.  

Por fim, podemos dizer que a recuperação é mais rápida e tranquila quando comparada ao método convencional.

O conteúdo foi esclarecedor? Em caso de dúvidas, deixe um comentário para que possamos te ajudar!

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